É o que chamam esperança, chamam acreditar. Acredita, imagina-te, faz o que estiver à distância do teu esticar de braço mas não tombes . Não arrisques cair se não houver amparo. Dedica-te, és livre, mas dedica-te a ti. Olha, mas olha primeiro para ti: primeiro estás tu, depois tu e só depois os outros. Não te importes com o egoísmo, temos acesso a tudo, temos acesso ao brilho e ao baço, ao amor e ao ódio, à aprovação e reprovação, ao altruísmo e a esse.
Desacredita para poderes acreditar. Deixa-te adivinhar, sem que deixes de comunicar.
Vive, não te ancores...
...nem largues a corda.
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